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Jorge Furtado

JORGE FURTADO (Porto Alegre RS, 1959)
De formação parcialmente autodidata, iniciou a carreira profissional na década de 1980, na TV Educativa/RS, onde foi repórter, apresentador, editor...

De formação parcialmente autodidata, iniciou a carreira profissional na década de 1980, na TV Educativa/RS, onde foi repórter, apresentador, editor, roteirista e produtor. A partir de 1986 trabalhou com publicidade dirigindo dezenas de comerciais para televisão . Em 1987, foi um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre, da qual é integrante até hoje. No período de vigência da Lei do Curta, alcançou grande sucesso de público e crítica com os filmes O dia em que Dorival encarou a guarda (1986), Barbosa (1988) e, principalmente, Ilha das Flores (1989), com os quais conquistou vários prêmios nacionais e internacionais, inclusive no Festival de Berlim.

A partir de 1990, passou a trabalhar como roteirista para a TV Globo associado ao núcleo de Guel Arraes, com o qual escreveu e dirigiu várias minisséries e dezenas de especiais. Em 2002 estreou como diretor de longas-metragens com Houve uma vez dois verões. No entanto, foi com o segundo longa, O homem que copiava, que chegou ao grande público e conquistou vários prêmios, entre eles o Grande Prêmio Cinema Brasil, para o melhor filme brasileiro de 2003.

Festivais de vários países já realizaram retrospectivas e homenagens à obra de Jorge Furtado, como em Hamburgo (1994), Rotterdam (1995), São Paulo (1997), Santa Maria da Feira (1998), Goiânia (2002), Toulouse (2004), Paris (2005), Londres (2006) e Bruxelas (2006). Em março de 2008, o Harvard Film Archive, ligado à Universidade de Harvard, promoveu a mostra "Jorge Furtado's Porto Alegre". São também de sua autoria, Luna caliente, Meu tio matou um cara e Saneamento básico, o filme. Como roteirista, citam-se, entre outros, Agosto, A comédia da vida privada, O coronel e o lobisomem e Romance.