Alberto Manguel
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Alberto Manguel (Buenos Aires, 1948)
Passou a infância em Israel, onde seu pai era embaixador argentino, e fez seus estudos na Argentina.


Nasceu em 1948, em Buenos Aires, e hoje é cidadão canadense. Passou a infância em Israel, onde seu pai era embaixador argentino, e fez seus estudos na Argentina. Em 1968 transferiu-se para a Europa e, à exceção de um ano em que esteve de volta a Buenos Aires, onde trabalhou como jornalista para o La Nación, viveu na Espanha, na França, na Inglaterra e na Itália, trabalhando como leitor para várias editoras. Em meados dos anos 1970, aceitou o cargo de editor-assistente das Editions du Pacifique, uma editora do Taiti. Em 1982, após ter publicado The Dictionary of Imaginary Places (em colaboração com Gianni Guadalupi), mudou-se para o Canadá. Editou várias antologias de contos sobre temas que vão do fantástico à literatura erótica. Autor de livros de ficção e não ficção, também escreve regularmente para jornais e revistas do mundo inteiro. Atualmente vive no interior da França, num antigo priorado transformado em residência, onde instalou sua vasta biblioteca. Dentre suas obras publicadas, citam-se apenas algumas, tais como Uma história da leitura (1997), Stevenson sob as palmeiras (2000), No bosque do espelho (2000), Lendo imagens (2001), Dicionário de lugares imagináveis (2003), Os livros e os dias (2005), O amante detalhista (2005), A biblioteca à noite (2006), A cidade das palavras (2008), À mesa com o chapeleiro maluco (2009) e Todos os homens são mentirosos (2010).