Marco Lucchesi PDF Imprimir
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É carioca, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Colégio do Brasil. Formado em História pela UFF, Doutor em Ciência da Literatura pela UFRJ e Pós-Doutor em filosofia da Renascença na Universidade de Colônia, Alemanha. Pesquisador do CNPq.  Editor da Coordenação Geral de Pesquisa e Editoração da Biblioteca Nacional. Diretor Acadêmico do Colégio do Brasil. Professor-Visitante da Universidade de Roma  ”Tor Vergata” e da Universidade de Craiova na Romênia.  Publicou  Meridiano celeste & bestiário (Prêmio Alphonsus de Guimarães 2006 da Biblioteca Nacional, finalista do Prêmio Jabuti 2007), A memória de Ulisses (Prêmio UBE João Fagundes de Meneses 2007), Sphera (Menção Honrosa do Prêmio Jabuti 2004, Prêmio UBE de Poesia Da Costa e Silva 2004 e pré-finalista do Prêmio Portugal Telecom 2004), Poemas reunidos (finalista do Prêmio Jabuti 2002), Os olhos do deserto, Saudades do paraíso, O sorriso do caos, Teatro alquímico (Prêmio Eduardo Frieiro 2000 da Academia Mineira de Letras), Faces da utopia, A paixão do infinito, Bizâncio (Comenda Espatário da Trebizonda, finalista do Prêmio Jabuti 1999). Em italiano, publicou os livros Poesie (Prêmio Cilento 1999) Lucca dentro (Prêmio da Câmera de Comércio de Lucca), Hyades e  La gioia del dolor.  Organizou as edições da Jerusalém libertada, de Tasso, e de Leopardi: poesia e prosa, Artaud, a nostalgia do mais, Caminhos do Islã (indicado ao Prêmio Portugal Telecom 2003), Viagem a Florença e  O canto da unidade, em torno da poética de Rûmî (Prêmio Mário Barata da UBE,  finalista do Prêmio Jabuti 2008). Traduziu, dentre outros, A ilha do dia anterior (finalista do Prêmio Jabuti 1996) e Baudolino (finalista do Prêmio Jabuti 2002), de Umberto Eco, A ciência nova (Prêmio União Latina 2000, Premio Speciale del Presidente della Repubblica Carlo Ciampi: Prometeo d´Argento), de Vico, Poemas à Noite, de Rilke e Trakl (Prêmio Paulo Rónai da Biblioteca Nacional 1996), Poemas, de Khliébnikov, Três histórias, de Patrick Süsskind, Esboço do julgamento universal, de Alfieri, A trégua, de Primo Levi, A sombra do Amado: poemas de Rûmî (Prêmio Jabuti 2001), Caligrafia silenciosa, de George Popescu, Presto con fuoco, de Roberto Cotroneo, a Teologia mística, do Pseudo-Dionísio Areopagita, e os “Versos de Iúri Jivago”, do romance Doutor Jivago, de Boris Pasternak. Editou as edições fac-símiles de A divina proporção, de Luca Pacioli,  e obras do período colonial, tais como Frutas do Brasil, de Frei Antonio do Rosário, A língua de Angola, de Pedro Dias, Oração apodíxica, de Diogo Gomes Carneiro,  Medicina teológica, de Franscisdo de Melo Franco. Editor da revista Poesia Sempre, redator-chefe da Tempo Brasileiro, ex-editor da revista Mosaico Italiano. Colabora com O Estado de São Paulo, O Globo, Jornal do Brasil e Folha de São Paulo. Tem atuado como dramaturgista de montagens teatrais cariocas. Participou da criação da Universidade do Professor, no Paraná, além de organizar seminários para o Centro Cultural Banco do Brasil e Funiarte. Curador das exposições dos cem anos de Euclides da Cunha: uma poética do espaço brasileiro, e de Machado de Assis: cem anos de uma cartografia inacabada na Biblioteca Nacional. Conquistou o Prêmio Alceu Amoroso Lima: Poesia e Liberdade – 2008 pelo conjunto da obra poética, o Premio Nazionale per la traduzione 2001 do Ministero dei Beni Culturali da Itália, o título de Cavaliere della Stella della Solidarietà della Repubblica Italiana, o Prêmio Marin Sorescu, na Romênia, o Mérito da União Brasileira de Escritores, o Premio San Paolo - Città di Torino, , as medalhas Geraldo Bezerra de Meneses, José Cândido de Carvalho, Associazione Lucchesi nel Mondo e da Academia Maranhense de Letras. Pertence a diversas instituições, dentre as quais O Pen Club do Brasil, a Sociedade Brasileira de Geografia e a Academia Fluminense de Letras. Seus livros foram traduzidos em romeno, em persa,  em alemão, em sueco e em árabe.